quarta-feira, 25 de junho de 2008

O filme mostra mulheres que não julgam ( por incrível que pareça)umas as outras pelos seus atos e demonstra como é possível a verdadeira amizade entre as mulheres, livre de interesse,inveja e a competição tão barata e vazia que nos ronda hoje. Sugiro que vejam, um filme, leve, divertido , distrai e nos faz recordar um pouco a época que podíamos ter amigas de verdade. Não que eu não as tenha, mas a cada dia que passa, as relações estão mais superficias. " Sexy and City"...

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Vila Pavão!!! RE -encontro maravilhoso.

Retornar a querida Vila Pavão, me faz renovar minhas energias, é uma forma que encontrei de entrar em uma Rede do Bem, que acredita em uma geração cidadã.
A verdadeira Educação que acontece lá, é um banho de novas esperanças e um gosto de quero mais. Não há queixas .Há muita esperança e uma equipe de verdadeiros guerreiros.
Parabéns pelo (Re) encontro, onde pudemos rever pessoas iluminadas,(verdadeiros educadores) no movimento Real de uma educação que vai para além dos muros da Escola.
Ali há esperança!!!! Com carinho e muito orgulho,me sinto renovada. Beijos da amiga Jane Patricia

sábado, 31 de maio de 2008

Poesia é sempre um elixir!

Súplica
( Miguel Torga) nasceu 12/08/1907 fal. 17/01/1995
"Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas Às urgentes perguntas Que te fiz.
Deixa-me ser feliz Assim, Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto O nosso amor Durou.
Mas o tempo passou, Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria Matar a sede com água salgada.
Poesia é sempre uma Paz...uma forma de nos comunicarmos com nosso Silêncio!!!! Uma forma de nos reconhecermos! Salvador - BH 31/05 Jane

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Lembranças são sempre vivas.

Todos os dias em minha vida, pude olhar para o lado, sem medo de estar só, e lembrar que durante meu Percurso sempre tive e tenho pessoas, que acreditaram e acreditam em mim.

Uma delas é em especial, meu Primo Fábio, que me serviu de referência, amigo e principalmente por ser o Fábio Haddad Aron. Você é muito especial em minha vida! Obrigada por você fazer parte dela .

Rever é sempre bommm!!!

Patch Adams - O Amor É Contagioso
Sinopse- Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma. Curiosidades- Durante as filmagens, Robin Williams e todo o elenco buscaram ajudar na medida do possível as crianças da Make a Wish Foundation (Fundação Faça um Pedido), que trata de crianças que estão sob tratamento contra câncer. Elas inclusive aparecem em Patch Adams, na cena em que o personagem de Williams visita as crianças no setor pediátrico.
Humanizar sempre é possível em qualquer profissão!
SE você estivesse internado em um Hospital, como gostaria de ser tratado????

sábado, 17 de maio de 2008

SIMPLICIDADE

(Vagando nas idéias sem pensar como escrever, apenas escrevendo...São Paulo -03h 17min ) Simplicidade da vida... é a própria vida,

viver, reviver cada instante,

o momento atual jamais retorna, o presente é este... aqui, inteiro,

porém incompleto. Estou viva!

Incompleto não é completude, meu coração bate, isto é simples,

enquanto eu viver , farei de cada instante um reviver.

Simplicidade é vida é instante, é como eu estou e sou na vida... Simplicidade?

É vida... viver ...

Jane Patrícia Haddad - São Paulo

Mansidão( Rubem Alves sobre a Escola da Ponte)

Mansidão Eu era menino, lá em Minas, bola de gude no chão, pipa voando no ar, pião rodando na mão... De dia brincando naquela terra, de noite lutando distante guerra...
Os homens da vizinhança se reuniam à frente da nossa casa para ouvir o rádio - era o único da redondeza - notícias da guerra na Europa.
E o Carlos Frias dizia com sua voz dramática, fundo musical de "Moonlight Serenade": "E Stalingrado continua a resistir."
Ao que, ouvindo isso o Zé da Cotinha - a Cotinha era uma vizinha velha desdentada maledicente que estava sempre pedindo uns pauzinhos de lenha emprestados - o Zé da Cotinha anunciava com voz solene que ninguém ousava contestar: "Pois hoje, à meia-noite, Stalingrado vai mudar de nome. Vai se chamar Hitlerlogrado..." Era emocionante. O pai ia me mostrando, no enorme mapa da Europa pendurado na parede da sala, os lugares que tinham sido mencionados no rádio, lugares onde as metralhadoras e os canhões faziam soar a "sinistra melodia" da guerra. E eu imaginava a música do pistão a tocar languidamente o "toque de silêncio", ao cair da noite, em memória daqueles que haviam sido silenciados para sempre. Quando a guerra acabou - eu tinha 12 anos - perguntei ao meu pai: "Agora quais serão as notícias que vão aparecer nos jornais?" Meu pai respondeu: "Os jornais vão falar sobre política." Pensei: "Então vai ser muito chato..." Fiquei triste porque a guerra tinha acabado. A guerra é mais emocionante que a paz.Agora os jornais estão interessantes de novo. Não mais as banalidades da corrupção de políticos grotescos que vomitam eloquência com dedo em riste. Emoção de verdade. Adrenalina. Ação. Guerra. Guerra com prenúncios de fim do mundo. Fico hipnotizado pelas manchetes. Elas me colocam no meio da emoção da ação. Essa é a razão porque os filmes de guerra são campeões de bilheteria: todo mundo quer experimentar as emoções da guerra sem correr os seus perigos. A ação é rápida. Meu pensamento, lerdo, não consegue segui-la. As imagens tomam o lugar das idéias. Sou espectador de um filme de guerra - um mero espectador. Foram outros os que escreveram o "script". Eu nada posso fazer além de contemplar. Estou estupidificado intelectualmente e paralisado praticamente. O professor Bento Prado Jr. é filósofo, talvez o maior filósofo brasileiro. Velho, mais ou menos a minha idade. Escreve com clareza. Escreve com beleza. Professor, pensou e ensinou o pensamento de outros. Sábio, pensa e ensina os seus próprios pensamentos. Sabe que sabedoria se ensina com poesia. Assim, virou poeta e escreveu: "Na minha vida tão agitada, / na alma exposta ao tormento de tanto vento - o lençol, no varal, lá fora, que estala violento / contra si mesmo e contra o Bento - , eis-me, finalmente, velho e sem idade / com o vendava l que, desde sempre, estrala, no espaço onde se dispersam as estrelas. / Que fazer? Mudar o mundo, justo em seu fim, ou, mais custoso ainda, a mim? / Nem um, nem outro: - cultivar docemente meu jardim." Esse poeminha me deu grande "felicidade de palavras": ele diz o que sinto. Lá fora, o vendaval que estala violento, indiferente ao que sinto, indiferente ao que penso. Nada posso fazer. Ele só faz me emocionar, uma emoção estéril, uma ereção do pensamento sem que haja ato de amor, orgasmo e fecundação. Assim, fecho os jornais com suas manchetes de guerra que me deixam na condição de espectador inútil, e me volto para aquilo que posso fazer. Posso fazer amor com o meu jardim. Meus pensamentos sobre o meu jardim não serão inúteis. Do meu jardim eu posso cuidar.Nas manchetes dos jornais, as emoções fortes da morte, rápida e barulhenta. Minhas idéias perturbadas.Nas plantas do meu jardim, as emoções brandas da vida, mansa e silenciosa. Penso pensamentos alegres. Quem terá sido? De uma coisa estou certo: tinha de ser jardineiro, tinha de ser poeta e tinha de ser educador. Tudo junto. Se jardineiro, poeta e educador não estivessem juntos a metáfora não teria aparecido. "Jardim de Infância!" Foi isso o que esse desconhecido exclamou ao ver a criançada alegremente aprendendo. E todos concordaram. "É isso mesmo!" - responderam em coro. Tanto que o nome ficou, muito embora o nome do poeta-jardineiro-educador tenha sido esquecido. Crianças e jardins - como se parecem! Nos dois a vida aparece, exuberante, alegre e mansa. Alguns não gostaram do nome "jardim". Acharam que o ensino dos saberes é coisa séria, não é brinquedo, não é coisa de criança, ensinam-se os saberes às crianças precisamente para que elas deixem de ser crianças e se tornem adultos produtivos. Jardim não é espaço produtivo. Produtivas são as hortas. Assim, trataram de fazer com que o nome "jardim de infância" tivesse vida curta - como uma bolha de sabão. Logo as crianças saem do jardim e entram para a escola de verdade que não é jardim. Se fosse, se chamaria jardim. Se não se chama jardim é porque não é. Que coisa é essa escola que não é jardim eu não sei direito. Às vezes imagino que ela é uma linha de montagem - as crianças-flores sendo transformadas em peças de uma máquina. Pois estou muito alegre porque Campinas, nesse momento em que as manchetes dos jornais estão cheias de violência, crimes e morte, está recebendo a visita de um educador que acha que a escola tem de ser um jardim, do princípio ao fim. É o professor José Pacheco, acompanhado da esposa Fátima - da Escola da Ponte, aquela sobre que escrevi, em Portugal: a escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir... Imagino que todo mundo deve estar curioso sobre os princípios básicos da sua jardinagem pedagógica... Isso é fácil. Posso resumir os princípios pedagógicos da Escola da Ponte em poucas palavras. Posso também resumir os princípios da jardinagem em poucas palavras. E os princípios do casamento feliz em poucas palavras. Até mesmo os princípios da arte de escrever em poucas palavras. Mas há um problema que não sei resolver: o conhecimento dos princípios nem faz jardins bonitos, nem casamentos felizes e nem literatura bonita. Princípios funcionam bem quando o que se deseja é a produção de uma linha de montagem. Não funcionam bem quando o que se deseja é a criação de um jardim... Princípios pedagógicos não fazem escolas-jardins... Martin Buber, um maravilhoso filósofo que pôs palavras nos meus sentimentos, disse que o que faz o mundo humano não são as coisas. São as relações. O Paraíso era um lugar maravilhoso, onde se encontravam todas as coisas capazes de trazer felicidade. Mas houve um momento em que a beleza do jardim foi destruída por uma perturbação nas relações. Homem e mulher se olharam com olhos tortos, tiveram vergonha um do outro, e se cobriram. Tiveram medo de Deus, e se esconderam. E o Paraíso foi perdido. Veja o nosso mundo. Com a riqueza que temos e o conhecimento que produzimos, temos condições de reconstruir o Paraíso. E, no entanto, nossa riqueza e nossa ciência produziram um Inferno. Por quê? Porque as relações entre as pessoas e os povos estão podres, vazias de amor, cheias de morte. Isso vale para tudo. Assim acontece com países, empresas, universidades, casas, escolas... O segredo da Escola da Ponte não se encontra nos seus princípios pedagógicos. Ele se encontra nas relações entre pessoas que ali convivem e trabalham. Acontece que a qualidade das relações não pode ser produzida por princípios que se ensinam em cursos de capacitação. "Mundos melhores não são feitos; eles simplesmente nascem" - disse Cummings. A mesma coisa vale para as instituições e organizações: é preciso que a relações nasçam... Uma planta, para nascer, tem de ser plantada. E que semente é essa que foi plantada, nasceu e floresce na Escola da Ponte? Eu acho que é uma semente que o José Pacheco plantou, sem saber que estava plantando. Plantou sem intenção, simplesmente sendo o que ele é, sem precisar fazer força. O José Pacheco plantou mansidão... Mansidão é o abandono voluntário do exercício do poder. "Professor José Pacheco" - uma pessoa conversava com ele ao telefone, faz uns dias - "tenho de preencher formulários relativos à sua vinda ao Brasil. No item relativo à sua função o que coloco? Diretor?" Responde José Pacheco do outro lado do oceano, quase gaguejando: "Não... não... Aqui não temos um diretor. Todos os professores são diretores. Coloque ..." segue-se um silêncio - "coloque 'coordenador de projetos'". É verdade. Na Escola da Ponte não há uma pessoa que tenha a última palavra. O poder não pertence a ninguém; pertence a todos. As idéias não são monopólio de ninguém. São propriedade de todos. O poder não estando localizado numa diretoria, não existe tensão entre "diretoria" e subordinados. E nem a possibilidade de greve... por não haver um detentor do poder a ser dobrado pela força. E nem uma instância superior que use força para intimidar os mais fracos: o professor que manda o aluno para a diretoria... Se há questões de disciplina a serem resolvidas, serão os próprios alunos que as resolverão - pois são eles que cuidam que ninguém estrague o seu jardim. E se todos participam, em igualdade, do cuidado desse jardim, o solo não é propício para o desenvolvimento da grande praga, responsável pelo envenenamento das relações humanas: a inveja. Não digo que ela não exista... Mas, se aparece, brota mirrada, envergonhada, não tem tempo de se transformar em maledicência e conspiração, é fácil de ser arrancada... Visão do profeta Isaías (cap. 6:11-13). Estas eram as manchetes dos jornais no tempo em que ele vivia: as cidades devastadas, sem habitantes; as casas vazias, sem moradores; e os campos totalmente assolados. Nesse cenário de fim de mundo Deus lhe diz: será como o carvalho, que mesmo depois de cortado, continua a brotar... A Escola da Ponte é um broto verde, um anúncio de jardim em meio ao deserto. Bem-vindos, José Pacheco e Fátima... Rubem Alves

sábado, 3 de maio de 2008

FALAR MENOS E FAZER MAIS...

"Aquilo que você faz fala tão alto que não consigo ouvir aquilo que você me diz."
Fico aqui pensando...falamos tanto, mesmo sem nos escutar!
Agimos tão pouco, vocês já pararam para pensar : como andamos sem reação ( atitude) , diante de tantas bárbaries que Assistimos passivamente? Onde esboçamos quase que silenciosamente:- "Quem será o culpado"?
Em que momento fomos " paralisados"? Escolha ou Falta dela?
Incerteza sempre. (In) conclusão , é parte da minha vida, onde me mantenho viva e atuante, busca incansável . Jamais calar diante de tantas perguntas. ( Refletindo... Jane Patrícia Haddad )

quinta-feira, 1 de maio de 2008

ESCUTAR E OLHAR

AINDA HÁ TEMPO
Quando as últimas árvores forem cortadas, Quando o último rio for poluído, quando o último peixe for pescado, aí sim eles verão que dinheiro não se come...
(Chefe da tribo Sioux)

terça-feira, 22 de abril de 2008

Não adianta negar: Educar é para Poucos!

A cada dia que passa, tenho me perguntado,onde foi que paramos!
Semana passada ouvi em uma Palestra ministrada por um Índio:
" Educar é para Poucos", engraçado, fiquei pensando...cada dia acredito mais em tal afirmação.
Educar é para bem poucas pessoas, principalmente porque o verdadeiro educador , acredita no que faz e jamais deixa de olhar e se perguntar: " O que está acontecendo no mundo? Em que momento nos perdemos?
Não adianta mais, fingirmos que: Não estamos vendo (olhando);
Não estamos Escutando;
E calarmos, diante de tanto Horror e Descaso.
O momento nos exige uma leitura sensível, um ler para além do que simplesmente vemos.
Agora, hoje, é o momento de nos admirarmos com o que não dá mais para negarmos e fingirmos que não faz parte de nosso meio... A cada dia novos horrores tomam conta de nossas vidas!
Mesmo diante de tamanho horror, continuo acreditando que o caminho é pela e na Educação.
Educar é para Poucos! Basta estes poucos quererem e acreditarem que Educar vale a pena.
Eu sou uma Educadora em Formação, buscando e jamais me abato!
E você?
Jane Patricia Haddad

SOLIDÃO ( CHICO BUARQUE)

Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência. Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar..... isto é saudade. Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos...isto é equilíbrio. Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza. Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado..... isto é circunstância. Solidão é muito mais do que isto. Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma... Francisco Buarque de Holanda

Educar é Para Poucos

Colegiado da Rede Pitágoras, momento de trocas e discussões dos desconcertos diários que ocorrem na educação. Os verdadeiros educadores, nunca desistem, nenhuma mudança é rápida e imediata. O importante é não nos conformarmos com tantas respostas prontas e sim, diante de cada resposta, procurarmos uma nova pergunta. Parabéns !!!

terça-feira, 15 de abril de 2008

AMIGOS SEMPRE

Os amigos sempre nos ensinam...basta abrirmos os ouvidos e escutá-los com o coração. Meu amigo .Te adoro!!!! Sempre. A certeza de não estar sózinha, é confortante. Lindo!!!!! Bjs

segunda-feira, 14 de abril de 2008

São Luis Do Maranhão - Congresso Conexa.Todos pela Educação.

Bernardo Charlot, Rejane Oliva, José Pacheco, Hamilton Wernech, Laísse, Jane Patrícia e Juliana Haddad. Lançamento, Palestras, Trocas e Comemoração... São Luís do Maranhão 4,5 e 6 Abril de 2008.
" O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pesoas incomparáveis" Fernando Pessoa
Parabéns!!! Demos um Show!

domingo, 13 de abril de 2008

O CORAÇÃO TEM RAZÕES

O coração tem razões... SUSAN ANDREWSVOCÊ SE LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO Príncipe?
Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry. Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte. Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca. Procurou fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos de sua bolsa. Ele olhou então para o carcereiro e disse: "Por favor, usted tiene fósforo?". O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro. Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram, e St. Exupéry sorriu. Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir. Naquele instante, uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também. Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo. St. Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro. Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou:
"Você tem filhos?". "Sim", St. Exupéry respondeu, e tirou da bolsa fotos de seus filhos. O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles. Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também. E de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou. Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio. St. Exupéry disse: "Minha vida foi salva por um sorriso do coração". O que foi aquela "chama" que pulou entre o coração desses dois homens? Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações. De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração! Como disse o filósofo francês Blaise Pascal:
"O coração tem razões que a própria razão desconhece". Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos pisando no acelerador e no breque simultaneamente. Esse estado de batimentos desordenados é chamado de "incoerência cardíaca" e está ligado a doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura. Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se "coerente". Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental. Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à longevidade. Essa irradiação coerente do coração - essa "chama" de genuína afeição - pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros! Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a energia de seu coração. Como o Pequeno Príncipe nos lembrou,
"somente com o coração podemos ver com clareza". Retirado do Site de Joao Beauclair em 24/02/2008 às 23h48

domingo, 30 de março de 2008

O Nascimento aconteceu

Meu (nosso) livro ficou pronto, chegou... Nem sei colocar em palavras o que sinto;satisfação,amor, realização, dúvida,vazio,não sei ao certo, só sei que sinto algo bom, um desejo realizado que já trás outros. Ele é de todos que pela minha vida passaram e passam, ele é fruto de algo que acredito( A vida bem vivida). Perseverança, planejamento, doação e principalmente,brilho nos olhos, toda vez que faço e falo sobre meu trabalho, minhas escolhas e minhas decisões. A vocês todos, muito obrigada: Meu novo filho: Educação e Psicanálise:vazio existencial - editora WAK. Seja bem vindo. Manaus 29/03/2008.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Olhar...

Um Olhar ...apenas um olhar sem prever, sem pressa, sem julgar e nem esperar que ele nos aprove . O Olhar é o que me diz, muito além das palavras pronunciadas, o olhar, não mente, não engana, apenas olha. Um Olhar, apenas um Olhar...é o que nos falta. Olhar e ser Olhado. Olhar me acalenta, me acalma e me faz enxergar para além do que estou simplesmente vendo. Eu quero apenas...Olhar! Sem Pressa! Apenas Olhar!

sábado, 8 de março de 2008

Voltando ao Filme

Você já fez a sua lista das coisas que quer Realizar antes de Morrer?
Uma forma de olhar e sentir o "fim" da vida sem se deprimir,apenas aceitar nossa finitude!

Filme Imperdível

Edward Cole (Jack Nicholson) e Carter Chambers (Morgan Freeman) são dois homens com câncer em estágio terminal, que fogem do hospital e põem os pés na estrada com uma lista de coisas que gostariam de fazer antes de morrer.
O filme nos leva a uma Reflexão: O que estamos fazendo com a nossa vida?
Ele nos ajuda a Olhar o como temos orientado nosso dia a dia.è preciso ter a sua sentença de morte, para podermos valorizar as pequenas coisas?
Eu recomendo assistir o filme sem pretensão de respostas.Apenas Escutar e Olhar.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

PREGUIÇA

Existem momentos na vida, que não encontramos respostas para tanta desilusão.
Em alguns momentos, tenho sentido uma certa preguiça do Ser Humano, e no que ele vem se transformando.
Onde vamos parar?
As Pessoas, cada vez mais estão se descartando, há um descaso com as relações, um medo em sustentar vínculos, em manter laços.
Sinceramente, já não sei mais ,ao certo o que é uma amizade, até onde ela se sustenta e se ela faz parte do campo do REAL ou só existe na nossa na minha fantasia.
Amizades são escolhas, isso é que me assusta . Escolhemos as Pessoas com quem queremos nos relacionar, trocar, dar risada, chorar...enfim, aquilo que "acreditamos" desde a infância .
Na verdade, sinto Preguiça, estou com preguiça de Falsas AMIZADES! Preguiça do que muitos Seres Humanos vem se tornando!!!!!!!! Simplesmente Preguiça!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Encontro com o Belo

"Amar é ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar ”Rubem Alves
Foto tirada do Deck da casa dos meus queridos Amigos Teuler e Luciano. Na Serra da Lapinha.
O lugar é maravilhosssooooo!!!!! Nos lembra o quanto somos livres!!!!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

MÃOS DADAS_ DRUMOND

Mãos dadas Não serei o poeta de um mundo caduco. Também não cantarei o mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças. Entre eles, considero a enorme realidade. O presente é tão grande, não nos afastemos. Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas. Não serei o cantor de uma mulher, de uma história, não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela, não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida, não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins. O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes, a vida presente.

AUSÊNCIA MARCADA

Ausência Do Lat. Absentia s.f., afastamento de pessoa, animal, etc. do lugar em que deveria estar; Assim é a vida. Aprender a conviver com a Saudades... com a Falta com a Ausência. palavras certas para traduzir o que sentimentos, peço licença ao Poeta Ausência Por muito tempo achei que a ausência é falta.E lastimava, ignorante, a falta.Hoje não a lastimo.Não há falta na ausência.A ausência é um estar em mim.E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,que rio e danço e invento exclamações alegres,porque a ausência, essa ausência assimilada,ninguém a rouba mais de mim. Drummond Feliz Aniversário meu Pai :Ausente fisicamente...Presente em meu Coração e em minha História. 02/02/2008 Hoje é seu Aniversário. Te amo

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Saudades

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis" Fernando Pessoa

O TEMPO

"O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que tem medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam. Mas, para os que amam, o tempo é eternidade..." (William Shakespeare)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

2008- Ano Novo?

Todo início de ano há uma esperança... novos tempos ... As palavras hoje dizem pouco, será que as imagens nos tocam mais?
O importante é não nos acostumarmos com o que estamos vendo, e sim acreditarmos em uma MUDANÇA, o momento é de rupturas, quebras, fragmentação...e mesmo assim ainda é possível nos colocarmos em movimento, há esperança, é preciso nos implicarmos.
Eu continuo ACREDITANDO E FAZENDO MINHA PARTE.
E você?
Vamos fazer um 2008 diferente!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

2008 FELIZ NOVOS DESAFIOS

Foto tirada do nosso quarto no SPA, assim é fácil relaxar e fazer um balanço do ano que terminou... nada fácil, porém mais um ano de ensinamentos e aprendizagens. Gostaria muito de fazer um agradecimento especial aos meus amigos: Dudu,Olimpia,Fernando,Lily,Teuler,Lú,Rejane,Inês...pelos momentos e palavras marcantes em 2007.( Entrego a vocês está linda Paisagem!)que deverá simbolizar um ótimo 2008! E que em 2008, possamos partilhar muitos momentos!!!! Com saudades e até breve Pati